Não. Não é uma receita
culinária! Nas suas festividades, os Gregos seguiam uma cultura um tanto diferente.
Não só no cardápio, e sim no modo em que se serviam. A princípio, prepare sua
garrafa de Vinho. Esteja disposto a prestar homenagens a Dioniso, deus do vinho,
com elevadas doses etílicas. Em seguida, anote o cardápio e os utensílios
necessários:
Conduto (peixe);
Folhas limpas, que servirão
de pratos;
Uma cama revestida de
flores “Alegra-Campo” e Mirto;
Coroa de flores;
Vinho;
Sobremesa:
Figo;
Grão-de-bico e Favas;
Murta torrada;
Contrate garçons, e que
não sejam chamados de escravos, juntamente com flautistas que alegrarão o
ambiente. Ao invés de mesas e cadeiras: deitem-se lado a lado, em camas coberta
de Alegra-campo e Mirto. Com o pão preparado com cevada, providencie folhas de
bananeira que substituirão os pratos. Fiquem à vontade na quantidade de Peixe
que comerão. Por demais, uma coroa de flores para contagiar ainda mais o clima
de prosperidade. Vinho. Vinho moderadamente, fazendo alusão a Dioniso. Na
sobremesa, prepare pedaços de Figo, com grãos-de-bico e Murta torrada ao fogo. Pronto.
Os garçons já estão aptos e prontos a servir a todos que estiverem presentes e
deitados!
Fontes:
Apologias de Sócrates / Banquete – A República
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